Em artigo publicado no jornal O Globo, o diretor do Instituto Liberal, João Luiz Mauad, resumiu as razões da existência de tantos imóveis abandonados no Brasil: 1) zelo exagerado por tudo que é antigo; 2) excesso de burocracia e regulamentações; 3) absurda lentidão judiciária. É a Burrice Burocrática Brasileira fazendo estragos e deteriorando a vida em nossas cidades.

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De acordo com o IBGE, temos uma alta taxa de subutilização da força de trabalho. O índice chegou a 24,7%, no primeiro trimestre de 2018. É o maior desde 2012, quando foi iniciada essa aferição. Estamos falando de 27,7 milhões de pessoas. O estudo soma desempregados, trabalhadores subocupados (trabalham menos 40 horas por semanais) e pessoas que não estão procurando emprego. Defendo com veemência a criação de empregos porque sei o efeito que isso vai criar na sociedade inteira. O benefício não é apenas para econômico. É para as famílias também.

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Vale destacar uma de minhas respostas em entrevista concedida ao jornal Diário dos Campos, de Ponta Grossa: “Se eu for CEO de uma empresa chamada Brasil, um dos meus indicadores de gestão será a liberdade econômica. Um país próspero é um país livre e, nesse quesito, o Brasil está perdendo feio”. Aliás, vou estar na cidade paranaense, nesta quarta, às 19h, para falar durante o Fórum Empresarial, evento organizado pelo próprio Jornal Diário dos Campos e pela Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg).

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Aqui recordo de uma frase lapidar do jornalista Augusto Nunes: “A melhor maneira de não saber o que se passa no Brasil é ler jornais estrangeiros”. Somente isso deve explicar um equívoco tão grande quanto uma carta conjunta pedindo a libertação de Lula, assinada por ex-líderes europeus. Entre os signatários, estavam Massimo D’Alema e Romano Prodi (ex-presidentes do conselho de ministros da Itália), François Hollande (ex-presidente da França), e José Luis Rodriguez Zapatero (ex-premier da Espanha). Ao que parece, o fanatismo político não tem fronteiras. O Estado democrático de direito de um país soberano é colocado em segundo plano por conta de simpatia política. Ao contrário do que defendem esses líderes, uma urna não é um tribunal. Para disputar uma eleição, um candidato tem de estar apto. Não é o caso de Lula.

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Um delegado da Polícia Federal foi baleado nesta segunda-feira dentro da sua própria casa. Mauro Sérgio Sales Abdo foi levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Os dois ladrões têm passagens pela polícia por roubo e furto. Parece brincadeira, mas um deles estava em saída temporária do dia das mães. Nós não podemos ficar como coadjuvantes diante de mais um crime bárbaro contra um policial. Até quando enterraremos nossos heróis? Temos que proteger quem nos protege, e quero ser protagonista nessa luta diária, quero estar ao lado daqueles que arriscam suas vidas diariamente para defender nossas famílias. Portanto, meu recado é para os policiais, guardas, vigilantes e todos os agentes de segurança: estaremos juntos nessa trincheira e transformaremos nosso Brasil em um país seguro para todos nós!

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O Chile está preocupado com a burocracia. O presidente Sebastián Piñera quer agilizar a autorização de grandes projetos em seu país. Segundo matéria no site da revista Exame, o Chile tem investimentos pendentes na ordem dos US$ 65 bilhões. Este montante geraria ao menos 250 mil novos postos de trabalho. O governo chileno quer destravar a sua economia. Isto porque eles são 20º no ranking de liberdade econômica, da Heritage Foundation. Imagine o Brasil, que é o 153º do mesmo ranking. Esta é uma das nossas principais emergências.

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Destaco um trecho de minha entrevista a portal Em Tempo, de Manaus: “Temos que atuar no Plano Nacional porque a indústria está sendo expulsa do país. Não faz sentido um país com nosso estado de desenvolvimento ter apenas 11% de espaço para a indústria. Isso faz parte de um ataque absurdo contra a competitividade do Brasil, um cerco burocrático asfixiante que só pode ter um fundo ideológico para isso. Sou um dos únicos a me manifestar sobre a Zona Franca, e não apenas quando venho. Tenho me manifestado no Brasil todo acerca do mecanismo mais inteligente para lutar contra a desigualdade regional, que são os incentivos ficais”.

 

 

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